Eu diria que trabalhar, ainda que como jornalista, na Escola de magistratura não me ajudou ou incentivou em nada a seguir na área jurídica, pelo contrário...
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
ANSIOSA
Escrever ajudou o tempo a passar, a paciência do computador também e agora só faltam 17 minutos para eu ter uma resposta muito, muito importante e decisiva na minha vida. Confio em Deus, acredito na vida, sei que ela tem sempre razão, mas devo confessar, o dia está ansioooooso e eu uma pilha. Bem carregada.
Sem palavras
Eu tinha tantas coisas pra contar, muitos acontecimentos que eu gostaria de comentar. Acho que faltou coragem, disposição, inspiração para sentar e começar. Às vezes eu sou assim, preguiçosa. O tempo passa e as coisas acabam perdendo o sentido.
Há algumas semanas li um livro maravilhoso, "O monge e o executivo" e, vejam só como eu sou. Final de 2006, estava com uma amiga no shopping quando entramos em uma livraria. Lá pelas tantas ela me apontou o livro e disse "é ótimo" e eu o comprei. Pois não é que só o li agora, quase um ano depois?!
Aprendi com essa leitura uma fórmula mágica. INTENÇÃO - AÇÃO = NADA; INTENÇÃO + AÇÃO = VONTADE. De que adianta eu ter a intenção de escrever e não o fazer? Preciso agir para fazer acontecer. E comecei a pensar sobre mim mesma. Quantas vezes não me senti injustiçada porque estava cheia de boas intenções? Tantas vezes deixei de ligar para amigos nos dias de seus aniversários, mesmo lembrando! Mas, eu me permitia fazer isso, afinal TINHA a intenção de ligar e pra mim isso bastava. Confesso que lendo o que estou escrevendo dá uma vergonha, um sentimento ruim em relação a mim mesma, sabe?
É tão difícil reconhecer nossos defeitos, por mais que saíbamos o que está errado. Sempre escutei as pessoas falarem que eu sou muito calma. Foi assim na minha formatura de jornalismo. Nossos oradores citaram cada um dos formandos junto com um adjetivo. "Laura e sua calma" foi o que ouvi quando chegou minha vez. Semana passada, durante o trabalho, uma colega que acabara de me conhecer disse: Laura você é bem calma, não é? E ontem, numa conversa no msn, com uma amiga/noiva/virtual (que nem me conhece), li a pergunta "Laurinha vc é bem calma, né?"
E aí eu tô me perguntando será que essa calma toda é uma coisa boa? O que será que estão me dizendo com isso? Que eu sou demente? Que não me importo com as coisas? Que não dou a devida atenção que o momento merece? Que sou desleixada? Ou será que sou uma pessoa segura? Que transmite paz, tranquilidade? Que sabe o que está fazendo? Eu confesso que não sei, mas sei que venho negligenciando muita coisa e talvez seja isso o que muita gente esteja traduzindo como "calma".
E eu não quero isso, independente da resposta, eu não quero ser uma "pessoa calma", até porque isso não traduz a verdade do que se passa com meu coração. Sou extremamente ansiosa, crítica, chata, detalhista. E se eu não dou gritos quando ainda tem uma matéria sendo editada para um jornal que já está no ar é porque eu sei que gritos não vão ajudar e também porque confio na responsabilidade de quem estar cobrindo as imagens. Talvez seja aí o ponto em que esteja errada... vai saber?!
Momentos de reflexão, de olhar mais pra dentro, de me conhecer e melhorar. Como pessoa, como mulher, como profissional. Muitos outros textos sobre essa minha introspecção estão por vir, estejam certos disso.
Há algumas semanas li um livro maravilhoso, "O monge e o executivo" e, vejam só como eu sou. Final de 2006, estava com uma amiga no shopping quando entramos em uma livraria. Lá pelas tantas ela me apontou o livro e disse "é ótimo" e eu o comprei. Pois não é que só o li agora, quase um ano depois?!
Aprendi com essa leitura uma fórmula mágica. INTENÇÃO - AÇÃO = NADA; INTENÇÃO + AÇÃO = VONTADE. De que adianta eu ter a intenção de escrever e não o fazer? Preciso agir para fazer acontecer. E comecei a pensar sobre mim mesma. Quantas vezes não me senti injustiçada porque estava cheia de boas intenções? Tantas vezes deixei de ligar para amigos nos dias de seus aniversários, mesmo lembrando! Mas, eu me permitia fazer isso, afinal TINHA a intenção de ligar e pra mim isso bastava. Confesso que lendo o que estou escrevendo dá uma vergonha, um sentimento ruim em relação a mim mesma, sabe?
É tão difícil reconhecer nossos defeitos, por mais que saíbamos o que está errado. Sempre escutei as pessoas falarem que eu sou muito calma. Foi assim na minha formatura de jornalismo. Nossos oradores citaram cada um dos formandos junto com um adjetivo. "Laura e sua calma" foi o que ouvi quando chegou minha vez. Semana passada, durante o trabalho, uma colega que acabara de me conhecer disse: Laura você é bem calma, não é? E ontem, numa conversa no msn, com uma amiga/noiva/virtual (que nem me conhece), li a pergunta "Laurinha vc é bem calma, né?"
E aí eu tô me perguntando será que essa calma toda é uma coisa boa? O que será que estão me dizendo com isso? Que eu sou demente? Que não me importo com as coisas? Que não dou a devida atenção que o momento merece? Que sou desleixada? Ou será que sou uma pessoa segura? Que transmite paz, tranquilidade? Que sabe o que está fazendo? Eu confesso que não sei, mas sei que venho negligenciando muita coisa e talvez seja isso o que muita gente esteja traduzindo como "calma".
E eu não quero isso, independente da resposta, eu não quero ser uma "pessoa calma", até porque isso não traduz a verdade do que se passa com meu coração. Sou extremamente ansiosa, crítica, chata, detalhista. E se eu não dou gritos quando ainda tem uma matéria sendo editada para um jornal que já está no ar é porque eu sei que gritos não vão ajudar e também porque confio na responsabilidade de quem estar cobrindo as imagens. Talvez seja aí o ponto em que esteja errada... vai saber?!
Momentos de reflexão, de olhar mais pra dentro, de me conhecer e melhorar. Como pessoa, como mulher, como profissional. Muitos outros textos sobre essa minha introspecção estão por vir, estejam certos disso.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Laura e o Rato Desgosto
Como todas as manhãs, Laura abriu o armário para tirar um vestido. Que horror! Adivinha o que encontrou escondido no fundo? Um grande rato dos esgotos, que ria com todos os dentes. Laura quis gritar, chamar os pais, mas o grande ratão preveniu-a, apontando-lhe um revólver à testa:
— Se gritares, mato-te. Se me denunciares, desfaço-te.
Então, Laura fechou a boca a cadeado, assim como o armário e todos os sentidos do seu corpo.
Ela bem queria pôr um cadeado no armário e esquecer, mas, todas as manhãs e todas as noites, o rato gordo dos esgotos batia na porta com a cabeça, até ela a abrir.
À noite, todos os dias, ao abrir a porta para se vestir ou despir, lá estava o rato gordo. Laura despachava-se a tremer, mas não se atrevia a dizer nada. Por quê? Talvez porque o rato grande dos esgotos não fosse criança e se deva obedecer às pessoas crescidas, mesmo que sejam dos esgotos, não é verdade? Era o que Laura pensava.
Uma noite, o rato disse-lhe, com olhos terríveis:
— Quero ser o teu ursinho. Dá-me um beijo de boa-noite, se não, levas uma palmada.
Então Laura chorou, mas deu-lhe um beijo, o que achou horrível. Só que ela já não sabia muito bem o que era horrível e o que era agradável, porque, como já disse, ela tinha fechado, trancado e bloqueado tudo dentro dela. O rato estava, evidentemente, todo satisfeito, e disse, enquanto fumava o seu charuto:
— Todas as noites vens dar-me o meu beijo, minha linda. Assim quero e assim tem de ser.
O grande rato dos esgotos exigia coisas do arco-da-velha.
— Olha — dizia ele — lava-me estas peúgas fedorentas e põe-nas a secar. Quero todas as tuas bonecas. Aborreço-me aqui sozinho dentro do armário.
Um dia, o rato disse-lhe:
— Traz-me um bombom. Traz-me o teu bolo de arroz e as tuas batatas fritas.
E Laura lá lhos levou. Deu-lhe também os seus copos de leite, o lanche, o jantar e tudo o que ela comia de manhã, à tarde e à noite.
Um dia, pediu-lhe o sono, depois, os seus lindos sonhos cor-de-rosa. Quando se é rato de esgoto, só se tem sonhos horríveis. Ele deu-lhe os pesadelos negros e ela deu-lhe os seus sonhos cor-de-rosa.
Os pais de Laura começaram a ficar preocupados porque a viam emagrecer e perder o sono, sem saberem que Laura dava tudo ao rato grande e cinzento dos esgotos. (Laura pusera-lhe o nome de “Rato Desgosto”)
Certo dia, quando estava já muito magra por não comer nada e entregar tudo ao rato, Laura soube que, se não falasse, algo de grave lhe podia acontecer. Então disse à mãe:
— Mamãe, tenho uma história para te contar. É a história do rato Desgosto.
Contou-lhe toda a história. A mãe ficou horrorizada e chorou todas as lágrimas que Laura tinha contido desde que decidira pôr a carapaça e fechar-se. Fez muito bem às duas.
Naquela noite, quando abriu a porta do armário, Laura viu que o rato tinha desaparecido e só lá tinha deixado as peúgas, aquelas que Laura tinha lavado. Eram tão pequeninas, que Laura franziu o sobrolho.
— Não pode ser! O rato Desgosto tinha uns pés assim tão pequeninos… afinal era minúsculo!
Ela que pensava que ele era tão grande e que nada podia contra ele! Afinal, bastou falar à mãe para ele desaparecer do armário, sem pedir mais nada. Era mesmo um rato nojento, mas que agora já não lhe fazia medo nenhum.
— Vês, Laura — disse-lhe a mãe. — Quando alguém te pedir alguma coisa, tens de te perguntar a ti própria, bem no fundo, se queres. Se alguma coisa em ti te diz que estás a ser forçada, ou que magoam o teu corpo, não deves obedecer, pelo menos antes de falares a alguém sobre isso. Mesmo que seja um Marciano, um rato dos esgotos, um crocodilo… mesmo que seja uma pessoa importante.
E ainda lhe disse:
— Se amanhã vires alguma coisa no armário, por favor, diz a um adulto. A mim, ao pai, à madrinha, à professora… a quem quer que seja! E, se alguém te ameaçar na rua, pede socorro a um adulto, entra numa loja ou noutro sítio qualquer. Nenhuma criança deve submeter-se a um rato do esgoto. Percebeste, minha querida?
— Sim — prometeu Laura, tranqüilizada com esta promessa.
Nessa noite, Laura recuperou o bolo de arroz, os bombons, o seu ursinho, as batatas fritas. E o seu bom aspecto. Infelizmente durante algum tempo, ainda continuou a ter os antigos pesadelos negros, cheios de ratos dos esgotos, de ratinhos e de ameaças. Porque o ratão Desgosto tinha-lhe roubado alguns dos seus sonhos cor-de-rosa. Precisava esperar algum tempo para recuperá-los.
— Se gritares, mato-te. Se me denunciares, desfaço-te.
Então, Laura fechou a boca a cadeado, assim como o armário e todos os sentidos do seu corpo.
Ela bem queria pôr um cadeado no armário e esquecer, mas, todas as manhãs e todas as noites, o rato gordo dos esgotos batia na porta com a cabeça, até ela a abrir.
À noite, todos os dias, ao abrir a porta para se vestir ou despir, lá estava o rato gordo. Laura despachava-se a tremer, mas não se atrevia a dizer nada. Por quê? Talvez porque o rato grande dos esgotos não fosse criança e se deva obedecer às pessoas crescidas, mesmo que sejam dos esgotos, não é verdade? Era o que Laura pensava.
Uma noite, o rato disse-lhe, com olhos terríveis:
— Quero ser o teu ursinho. Dá-me um beijo de boa-noite, se não, levas uma palmada.
Então Laura chorou, mas deu-lhe um beijo, o que achou horrível. Só que ela já não sabia muito bem o que era horrível e o que era agradável, porque, como já disse, ela tinha fechado, trancado e bloqueado tudo dentro dela. O rato estava, evidentemente, todo satisfeito, e disse, enquanto fumava o seu charuto:
— Todas as noites vens dar-me o meu beijo, minha linda. Assim quero e assim tem de ser.
O grande rato dos esgotos exigia coisas do arco-da-velha.
— Olha — dizia ele — lava-me estas peúgas fedorentas e põe-nas a secar. Quero todas as tuas bonecas. Aborreço-me aqui sozinho dentro do armário.
Um dia, o rato disse-lhe:
— Traz-me um bombom. Traz-me o teu bolo de arroz e as tuas batatas fritas.
E Laura lá lhos levou. Deu-lhe também os seus copos de leite, o lanche, o jantar e tudo o que ela comia de manhã, à tarde e à noite.
Um dia, pediu-lhe o sono, depois, os seus lindos sonhos cor-de-rosa. Quando se é rato de esgoto, só se tem sonhos horríveis. Ele deu-lhe os pesadelos negros e ela deu-lhe os seus sonhos cor-de-rosa.
Os pais de Laura começaram a ficar preocupados porque a viam emagrecer e perder o sono, sem saberem que Laura dava tudo ao rato grande e cinzento dos esgotos. (Laura pusera-lhe o nome de “Rato Desgosto”)
Certo dia, quando estava já muito magra por não comer nada e entregar tudo ao rato, Laura soube que, se não falasse, algo de grave lhe podia acontecer. Então disse à mãe:
— Mamãe, tenho uma história para te contar. É a história do rato Desgosto.
Contou-lhe toda a história. A mãe ficou horrorizada e chorou todas as lágrimas que Laura tinha contido desde que decidira pôr a carapaça e fechar-se. Fez muito bem às duas.
Naquela noite, quando abriu a porta do armário, Laura viu que o rato tinha desaparecido e só lá tinha deixado as peúgas, aquelas que Laura tinha lavado. Eram tão pequeninas, que Laura franziu o sobrolho.
— Não pode ser! O rato Desgosto tinha uns pés assim tão pequeninos… afinal era minúsculo!
Ela que pensava que ele era tão grande e que nada podia contra ele! Afinal, bastou falar à mãe para ele desaparecer do armário, sem pedir mais nada. Era mesmo um rato nojento, mas que agora já não lhe fazia medo nenhum.
— Vês, Laura — disse-lhe a mãe. — Quando alguém te pedir alguma coisa, tens de te perguntar a ti própria, bem no fundo, se queres. Se alguma coisa em ti te diz que estás a ser forçada, ou que magoam o teu corpo, não deves obedecer, pelo menos antes de falares a alguém sobre isso. Mesmo que seja um Marciano, um rato dos esgotos, um crocodilo… mesmo que seja uma pessoa importante.
E ainda lhe disse:
— Se amanhã vires alguma coisa no armário, por favor, diz a um adulto. A mim, ao pai, à madrinha, à professora… a quem quer que seja! E, se alguém te ameaçar na rua, pede socorro a um adulto, entra numa loja ou noutro sítio qualquer. Nenhuma criança deve submeter-se a um rato do esgoto. Percebeste, minha querida?
— Sim — prometeu Laura, tranqüilizada com esta promessa.
Nessa noite, Laura recuperou o bolo de arroz, os bombons, o seu ursinho, as batatas fritas. E o seu bom aspecto. Infelizmente durante algum tempo, ainda continuou a ter os antigos pesadelos negros, cheios de ratos dos esgotos, de ratinhos e de ameaças. Porque o ratão Desgosto tinha-lhe roubado alguns dos seus sonhos cor-de-rosa. Precisava esperar algum tempo para recuperá-los.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Quem Matou Taís?

Hoje tive um insight, sei lá porque, nem estava pensando em novela, mas de repente me veio a idéia: Quem matou Taís foi a Bebel!!
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Depois do pensamento comecei a bolar teorias que justificassem a idéia. Uma delas é o sucesso da personagem. Desde o começo da trama os autores falam que não querem os vilões se dando bem, quem apronta sempre dança. Mas, a Bebel - com toda sua falta de ética - caiu no gosto do povo. E, cá pra nós, quer sucesso maior para a personagem (e para a atriz) do que ser a assassina de Taís?
.
Além disso, Gilberto Braga adiantou que mais supreendente do que o nome do assassino é a razão pela qual o crime foi cometido. Não tenho criatividade, nem tempo, muito menos paciência para inventar uma teoria maluca. Então acho que o ciúme de Olavo levou Bebel a matar Taís. Ela descobriu que o amante tinha dado uns "pegas" na meliante Taís e tinha gostado aí não teve dúvidas: foi tirar satisfações, acabaram brigando e ela matou a vilã. Pronto, simples assim!
.
Essa semana também vazou a cena de Bebel sendo presa. Por que será? Mistério que hoje a noite será desvendado. E eu não acredito que escrevi esse post!!! Quando for ver a assassina será uma personagem bem diferente, tipo Tati com ciúmes de Ivan!!!
.
Quanta abobrinha! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Boas Notícias
Não poderia estar mais feliz. Sinto que agora as coisas estão fluindo. Ontem tive uma notícia maravilhosa: minha proposta de financiamento para compra do apartamento foi aprovada pela Caixa Econômica Federal. Agora sim, já posso casar!!!!
Apesar de ter saído da TV Clube, surgiu uma proposta da TV Globo para ir trabalhar em Petrolina. Confesso que estou reunindo coragem para ligar e saber detalhes – mas antes de encerrar e publicar este texto já terei ligado para saber realmente do que se trata (suspense). Como minha maré está boa, hoje a produção do Bom Dia Pernambuco desmarcou entrevistado para levar ao ar minha pauta e como agora aprendi a importância do marketing, liguei para o meu chefe, que está em Brasília, e contei. Ele ficou pianinho, pianinho...
Agora também me sobra tempo para cuidar de minha saúde e rever amigos queridos. Assim, já fui a minha endocrinologista, já fiz os exames que ela me passou e já marquei a volta. Vou cuidar direitinho das minhas taxas, especialmente da minha tireóide e vou emagrecer tudo que quero. E para completar, hoje a tarde vai ter um happy hour de arrasar na casa de minha amiga Iana. A fofoca (do bem) vai rolar solta. E sabe do que mais? É tão boa essa sensação de liberdade.
Beijos e fiquem com Deus.
Apesar de ter saído da TV Clube, surgiu uma proposta da TV Globo para ir trabalhar em Petrolina. Confesso que estou reunindo coragem para ligar e saber detalhes – mas antes de encerrar e publicar este texto já terei ligado para saber realmente do que se trata (suspense). Como minha maré está boa, hoje a produção do Bom Dia Pernambuco desmarcou entrevistado para levar ao ar minha pauta e como agora aprendi a importância do marketing, liguei para o meu chefe, que está em Brasília, e contei. Ele ficou pianinho, pianinho...
Agora também me sobra tempo para cuidar de minha saúde e rever amigos queridos. Assim, já fui a minha endocrinologista, já fiz os exames que ela me passou e já marquei a volta. Vou cuidar direitinho das minhas taxas, especialmente da minha tireóide e vou emagrecer tudo que quero. E para completar, hoje a tarde vai ter um happy hour de arrasar na casa de minha amiga Iana. A fofoca (do bem) vai rolar solta. E sabe do que mais? É tão boa essa sensação de liberdade.
Beijos e fiquem com Deus.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Uma Paixão

Da união de duas cores mágicas
Nasceu a força e a raça
Vermelho de luta
Branco de paz
Quem olha
Não esquece jamais
Da união de sete letras mágicas
N-A-U-T-I-C-O
Nasceu um time que encanta
Que manda e desmanda
E faz o nosso Carnaval
NÁUTICO teu caminho é de luz
Tua força, tua raça
Fascina e seduz
No meu coração
Brotou o esplendor
De te adorar com emoção
No meu coração
Brotou o esplendor
De te adorar com muito amor!!!
domingo, 23 de setembro de 2007
Eu tenho um sonho...
Sabem quando Martin Luter King disse a famosa frase "eu tenho um sonho"? Pois é, vou plagiá-lo. Eu tenho um sonho: viver em paz. Eu pretendia chegar em casa agora a noite e escrever sobre a vitória do Náutico sobre o Sport, contar que fui para o estádio, mas não vi o jogo. Mas, não é isso que se passa pelo meu coração.
Eu tenho um sonho de viver em paz, de não me sentir angustiada, preocupada, com o coração apertado na mão, com um nó na garganta e uma vontade louca de chorar, gritar. Sonho em andar pelas ruas sem me preocupar com quem se aproxima, em não ficar louca enquanto espero a porcaria de um telefone tocar. Sonho com o dia em que me livrarei dessas sensações horripilantes e que me acompanham, confesso, há algum tempo.
Então... Hoje meu noivo em deixou em casa após o jogo, nem quis descer do carro dizendo que já "eram sete horas" e ficou de ligar quando chegasse em casa. Pois bem, são nove da noite e não tenho notícias nenhuma dele. O celular, desligado; o de casa, ninguém atende. Milhares de torpedos e a mensagem no meu celular "pendente". Pra completar, toca o telefone da minha mãe e eu fui atender. Chamada não identifica e a cobrar. Nem disse alô, mas ouvi do outro lado uma gritaria desesperada. Perfeito: tudo o que precisava nesse momento era do golpe do sequestro!
E continuo sonhado... Pelo menos com o dia em que meu noivo tenha um pouco mais de consideração por mim, porque depois de pedir tanto, hoje, só me resta sonhar...
Eu tenho um sonho de viver em paz, de não me sentir angustiada, preocupada, com o coração apertado na mão, com um nó na garganta e uma vontade louca de chorar, gritar. Sonho em andar pelas ruas sem me preocupar com quem se aproxima, em não ficar louca enquanto espero a porcaria de um telefone tocar. Sonho com o dia em que me livrarei dessas sensações horripilantes e que me acompanham, confesso, há algum tempo.
Então... Hoje meu noivo em deixou em casa após o jogo, nem quis descer do carro dizendo que já "eram sete horas" e ficou de ligar quando chegasse em casa. Pois bem, são nove da noite e não tenho notícias nenhuma dele. O celular, desligado; o de casa, ninguém atende. Milhares de torpedos e a mensagem no meu celular "pendente". Pra completar, toca o telefone da minha mãe e eu fui atender. Chamada não identifica e a cobrar. Nem disse alô, mas ouvi do outro lado uma gritaria desesperada. Perfeito: tudo o que precisava nesse momento era do golpe do sequestro!
E continuo sonhado... Pelo menos com o dia em que meu noivo tenha um pouco mais de consideração por mim, porque depois de pedir tanto, hoje, só me resta sonhar...
É PRIMAVERA
O jogo dos sexos renova-se
Os amantes encontram seus pares.
Já a mão subtil e conquistadora do amado
Faz arrepiar o peito da rapariga.
Ela tenta-o com o olhar furtivo.
Há uma nova luz
A paisagem revela-se aos amantes na Primavera.
A grande altura avistam-se os primeiros
Bandos de pássaros.
O ar já aqueceu.
Os dias são mais longos e os
Prados iluminam-se até tarde.
Desmedida é a exuberância de árvores e ervas
Na Primavera.
Perpetuamente fecundo
É o bosque, são os prados, os campos.
E a terra dá à luz o novo
Sem cuidado.
(Poema de Bertolt Brecht)
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Satisfação
Estou tãããããoooo feliz hoje!!! É que você não ouve todos os dias de uma (pessoa) poderosa global que é "uma profissional renomada no mercado"!!! É, isso me fez muito feliz e a resposta para minhas perguntas: "sim, vale a pena ser ética, SEMPRE!"
DEUS É MUITOOOOOOO BOM, sabiam disso??? :d
Meus lindos, que Ele os abençoe, sempre..
DEUS É MUITOOOOOOO BOM, sabiam disso??? :d
Meus lindos, que Ele os abençoe, sempre..
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