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domingo, 31 de dezembro de 2006

Último dia...


No último dia do ano quero dizer a todos do meu mais singelo desejo para o ano que se inicia:

Que o ser humano aprenda, definitivamente, a respeitar o ser humano! Que aprenda a conviver e a respeitar as diferenças; que se não for possível exterminar o preconceito, que se diminua; que o mais importante seja SER e não ter; que as vaidades tomem seus devidos lugares e que possam ser mais discretas, por mais incoerente que isso possa parecer; que os homens aprendam a respeitar a natureza e a se respeitar.

Não é matando, mesmo que após julgamento, que seremos melhores ou piores. Ainda não digeri essa história, mas não quero agora falar sobre os crimes da humanidade. É hora de acreditar e eu quero acreditar que 2007 será melhor. Quero melhores notícias, quero um mundo melhor e que ele possa receber com paz meus filhos, meus netos e todos que vierem depois.

Lembrando que um mundo melhor começa por mim mesmo, então em 2007 vou exercitar a paciência, o bom humor, a gentileza, a amizade, a tolerância e sobretudo o respeito por mim mesma.

A todos um feliz ano novo.
Um beijo.
Laurinha

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Concluindo...

Às vezes eu escrevo umas besteiras, né?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mas, faz parte!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Reflexões sobre 2006 - pequeno compêndio

Final de ano sempre faço um balanço do ano que passou. Procuro ver onde errei, onde posso melhorar e de que forma posso fazer isso. 2006 foi realmente um ano de muitos aprendizados, de muito crescimento e momentos em que tive que amadurecer na marra. Aprendi que você nunca, jamais pode se deixar pra depois. E eu fiz muito isso este ano. Das coisas mais simples, como ir ao banco resolver uma besteira, a questões mais sérias, como me impor no trabalho e na vida pessoal. Foram muitas coisas pra depois.

Hoje, sinto que tenho uma urgência em resolver as coisas. Brinquei muito de ser jornalista e, por amor a aquilo que faço, deixei muita gente passar por cima de mim. Por covardia, por comodismo, por inocência, por uma mistura disso tudo. E eu tenho que ser mais eu. Tenho que reconhecer, sem medo, que sou melhor profissional que 95% dos que dividem a redação comigo. E isso não é soberba, nem amostração, muito menos arrogância. Estou apenas me permitindo um desabafo verdadeiro. Na questão da ética garanto uma coisa, não existe ninguém mais ética, mais correta, mais coerente e profissional do que eu. Pode até haver alguém no mesmo patamar, mas mais do que eu, não existe.

Muitas metas surgem para 2007, o que é muito bom. Depois de um ano de estudos parados, vou voltar a me concentrar em ser melhor. Também lutar ativamente pelos meus interesses, acho que fazendo isso, também vou ajudar outras pessoas. Chega de omissão! Ginástica, italiano, inglês, teatro (ahhhhh, como preciso aprender a ser atriz!!!) ... Tantas coisas ainda por aprender, reaprender, relembrar.

2007 também vai ser um ano de preparativos. Preparativos do MEU casamento. Já pensou??? A eterna adolescente rebelde virou uma mulher e, quem diria, vai casar. São tantas coisas para resolver, para comprar, pra organizar... Vou reunir amigos queridos, próximos e a família. A minha e a de Doni. E só!!!! Não quero fazer do meu casamento mais um evento para agir “socialmente”. Sorry, but I don’t have invitations for many people.

Vai sim, ser um ano feliz!!!

Eu aproveito para neste apagar das luzes de 2006 desejar a todos um ano novo cheio de paz, de saúde, de amor, compreensão, cumplicidade, verdade, união, companheirismo, solidariedade, fraternidade, justiça, boas notícias e muitaaaaaaaaaaaaaaaa alegria!!!!!!

Um beijo a todos

Laurinha

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Linda Imagem

Na última quarta-feira, em seu 11º dia de missão, os astronautas a bordo do ônibus espacial Discovery registraram uma imagem única: uma aurora boreal vista do espaço.


Auroras boreais acontecem nas partes mais altas da atmosfera quando partículas de vento solar penetram na atmosfera terrestre.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Ditado

Já dizia a minha mãe: QUEM TEM BESTA, NÃO COMPRA CAVALO!!!

A Festa do Governador

Final de ano, sabe como é que é, cheio de confraternizações. Pra jornalistas então! É impressionante como aparecem eventos, é quase um fenômeno. Teve a "festa do prefeito", a do novo governador, a "festa do governador". Ontem, pela primeira vez, fui ao Palácio do Campo das Princesas conferir de perto uma das confraternizações mais faladas nas redações. Também foi a única das festinhas em que dei o ar da graça.
Apesar de saber que é de "bom tom" dá uma circulada, ver e principalmente SER VISTA, não curto muito esse lance de bajulações. O legal de tudo mesmo foi ter reecontrado pessoas muito queridas, que há tempos não via, afinal passei cinco anos (meu Deus, cinco longos anos) enfornada dentro de uma faculdade de direito. Algumas pessoas estranharam, perguntaram se não estava exercendo a advocacia. Não, não estou!!!!!
E quanta diferença entre as duas categorias! Mesmo estando no Palácio do Governo, cercada de "autoridades", me senti extremamente a vontade, entre os meus, digamos assim. Além de ter sido um programa ter encontrado tanta gente conhecida, a "festa do governador" serviu mesmo para reafirmar uma certeza: eu sou mesmo é JORNALISTA.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Nasce um poeta

Terra, fogo, água e ar
Paixão, tesão, coragem e amor
Vamos tudo juntar
E construir uma vida juntos, sem temor


Você é quem procurei
Você sempre foi quem queria
Você foi quem encontrei
Só com você eu me casaria


E agora, juntos, amados
Sentindo o desafio no ar
Corações entrelaçados
Apenas quero uma coisa, te amar...


Doninho Drummond

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Pensamentos que me afligem

Há dias venho pensando muito na MINHA vida, nos MEUS comportamentos, na MINHAS neuras, onde EU erro, onde EU deveria por limites, onde EU deveria exigir repeito. Ainda que todas essas questões girem em torno de mim mesma, elas começaram devido a atitudes de outras pessoas. Umas próximas, umas muito próximas, outras nem tanto. O fato é que não podemos controlar as atitudes de outras pessoas. Podemos reagir de forma diferente aos gestos dos outros.
Ainda não sei bem qual o caminho. Não ligar? Não me importar? Às vezes isso é fácil, noutras não. Porque é díficil deixar pra lá quando você está comprometido com algum projeto, com alguém ou com as duas coisas juntas.
Sei que a mentira certamente não é o melhor caminho. Nunca foi e nunca será. Sei que às vezes a gente acha que é apenas uma omissão e que ninguém precisa saber daquilo. É da natureza do ser humano, pelo menos dos normais, querer evitar confusão. Já cai nessa também e quando quis consertar a verdade já não importava mais. Pois ela passou a ser a verdade do outro. Paciência...
A única verdade importante talvez seja ter a consciência tranquila. E eu, DEFINITIVAMENTE, TENHO A MINHA. Sigo aqui com meus pensamentos.
Paz a todos.
Pensamentos que me afligem
Sentimentos que me dizem
Dos motivos escondidos
Na razão de estar aqui
As perguntas que me faço
São levadas ao espaço
E de lá eu tenho todas as respostas que eu pedi
Quem me dera que as pessoas que se encontram
Se abraçassem como velhos conhecidos
Descobrissem que se amam
E se unissem na verdade dos amigos
E no topo do universo uma bandeira
Estaria no infinito iluminada
Pela força desse amor, luz verdadeira
Dessa paz tão desejada
Pensamentos que me afligem
Sentimentos que me dizem
Dos motivos escondidos
Na razão de estar aqui
E eu penso nas razões da existência
Contemplando a natureza nesse mundo
Onde às vezes aparentes coincidências
Têm motivos mais profundos
Se as cores se misturam pelos campos
É que flores diferentes vivem juntas
E a voz dos ventos na canção de Deus
Responde todas as perguntas
Pensamentos que me afligem
Sentimentos que me dizem
Pensamentos que me afligem
Sentimentos que me dizem
Pensamentos que me afligem
Sentimentos que me dizem...

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Pace, Peace, Paz

Hoje eu só quero paz. Alías, hoje só não. Todos os dias de minha vida...


Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
quero a primeira estrela que vier
para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
quero o abandono de flores se abrindo
para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
quero ternura de mãos se encontrando
para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero o amor, o amor mais profundo
eu quero toda beleza do mundo
para enfeitar a noite do meu bem
Mas como esse bem demorou a chegar
eu já nem sei se terei no olhar
toda ternura que eu quero lhe dar

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Na Paraíba

A gente no extremo oriental do Brasil

Depois de uma semana não só estressante, mas tensa chegou o final de semana e com ele uma viagem há muito programada. Destino: João Pessoa. Acho que nunca gostei tanto de ir a um lugar como a Capital da Paraíba. Já conhecia a cidade, mas dessa vez, talvez por força das circunstâncias, me encantei de vez.

Tudo é tão bonito, tão limpo, civilizado. Dois dias inteiros sem ninguém chegar junto e pedir uma esmola. Dois dias inteirinhos sem pedintes nos semáforos, sem os flanelinhas. DOIS DIAS sem tensão. Juro, me pareceu um sonho.
Não fosse pelo clima, ia jurar estar numa cidade européia. Não ouvi buzinas e, pasmem, os motoristas param nas faixas de pedestres quando alguém precisa atravessar a rua!!! E ninguém buzina!!!
É isso: João Pessoa virou meu sonho de consumo, meu paraíso dourado.

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Terror em Recife

19h:55 – Avenida de uma grande cidade.

No carro, um casal conversa sobre um bárbaro crime cometido contra um jovem de 21 anos.

De repente, disparos, muitos, bem a frente dos dois. Na faixa contrária da rua, uma moto parada e dois homens, um deles aponta um revólver calibre 38 em direção a um cidadão que parecia querer atravessar a via. Não deu tempo, os disparos foram à queima roupa, rápidos, certeiros. O corpo, que há tão pouco tinha tanta vida, cai, desaba sobre o asfalto frio.

Do carro, a moça pode ver todos os detalhes. O fogo da pólvora disparada, na “boca” da arma, as mãos firmes de um assassino, a frieza do piloto da moto, o corpo caindo, meio em câmera lenta, meio despencando em sua frente. Sente, como a batida do coração, o freio do carro, o desvio da direção para não atropelar aquela pessoa baleada e o som dos disparos, que continuam. Olha para frente, enxerga pista livre e grita “Amor, acelera!”.

Ainda sem conseguir pensar, a moça pega o telefone e liga para o 190 relatando tudo o que aconteceu. Quando pensou que teria que esperar minutos longos, alguém atendeu e ela relatou tudo o que presenciara. Exatos onze minutos depois alguém que se identificou como tenente do corpo de bombeiros ligou para confirmar o fato e a exata localização para enviar o socorro. Novos relatos e um choro compulsivo.

Afinal, que diabos de cidade é essa em que uma pessoa sai do trabalho e dá de cara com um assassinato? Assim, simples, normal, corriqueiro?!? Qual a possibilidade de alguém presenciar alguém matando... alguém? Acreditem, é algo totalmente irreal, inenarrável, assustador, chocante, revoltante... Diferente de tudo o que se possa ser dito ou visto. O cinema é ficção, as fotos dos jornais ou imagens da tv têm o verbo no passado, “morreu”, “foi assassinado”. Diferente é esse verbo no presente, é estar na cena do crime.

A pessoa que vi ser assassinada, na Avenida Norte, Recife, na segunda feira, 20 de novembro de 2006, era comerciante, tinha 36 anos e se chamava Luiz Antônio do Nascimento. Ele ainda chegou a ser socorrido para o Hospital da Restauração, mas não resistiu e morreu.Infelizmente não faço idéia de quem foram seus assassinos, nem o motivo (se é que se existe motivo pra isso) do crime. Mas sei que a violência chegou a tal ponto que é impossível continuarmos, como ouvi tanto essa semana, dizendo “é assim mesmo”, “acontece toda hora”, “não podemos fazer nada”.



Infelizmente, esse é um relato real. Eu e Adônis saímos, graça a Deus, ilesos dessa. E estamos nos esforçando para apagar a cena da cabeça e continuar a ter uma vida “normal”.

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Resumo

" É cedo ou tarde demais
Pra dizer adeus, pra dizer jamais?"

terça-feira, 21 de novembro de 2006

...

"O que vale no ser humano é a sua capacidade de insatisfação."
José Ortega y Garret

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Desabafo

Seguinte: se não infartar hoje, não infarto nunca mais. Ôh tarde estressante!

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Já é Natal!!!


Eu simplesmente A-DO-RO o Natal. É uma época que me deixa feliz, cheia de esperanças e de idéias. É a época do ano em que mais escrevo, fico até com pena de quem se dispõe a ler minhas loucuras. Enfim...
Hoje me enchi de alegria quando entrei no shopping e me deparei com toda aquela decoração. Muitas árvores de natal, Papai Noel pra tudo que é canto e muitas, muitas luzes brilhando mesmo. Lindooooooo. Sei que estou sendo meio idiota, mas que posso fazer????
Lembro tanto da infância quando meus pais cruzavam toda a cidade comigo apenas para me mostrar a decoração do Shopping Recife, o único que havia na cidade na época. Eu ficava encantada, deslumbrada, feliz. Um pouco dessas sensações me acompanham até hoje. Nessa época do ano, eu costumava a contar quantos "natais" encontrava pelo caminho. Jogava com meu pai. Ele contava as iluminações no lado esquerdo e eu contava as do lado direito. E no final havia o vencedor.
Acho que gosto tanto do natal por isso, porque trago boas lembranças. Adoro o clima de confraternização, de visitas, telefonemas, planos, presentes. Já estou louca para montar a árvore e de comprar todos os presentes que a fala de emprego me impediram de comprar no ano passado. IUPEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!

sábado, 11 de novembro de 2006

http://www.8p.com.br/laura

Apesar de não ser detalhista, adoro ver fotos. É legal o registro de uma época da vida, de uma fase, de acontecimentos imporantes ou até mesmo de detalhes bobos do dia a dia. Hoje, temos com um click acesso aos albuns virtuais. Práticos, resistentes e acesso público. Depois de uma certa resistência e de testar sigilosamente alguns fotologs, encontrei um que gostei e finalmente sucumbi a mais essa da tecnologia virtual: criei um "flog". Não que eu espere que você o comente ou mesmo que vá lá olhar, mas... aqui vai o link: http://www.8p.com.br/laura

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Tá na Clube, Tá bom demais.

Eu ando sofrendo uma pressão danada da família para fazer um concurso público. "É mais seguro, o salário é melhor, não dependo dos outros", blá, blá, blá. Sei de tudo isso e não tenho como contestar a veracidade dos argumentos. É fato. Mas não é o que eu quero. Pelo menos nesse momento da minha vida.


Sei que a pressão aumentou muito depois do curso de direito, mas essa semana me dei conta que passei cinco anos na faculdade muito mais pra agradar do que porque realmente queria. Foi bom e não me arrependo. Para um jornalista todo conhecimento adquirido é lucro, na verdade para qualquer ser humano. Gostei do curso, adorei algumas pessoas que conheci, agucei - e muito - meu censo crítico, aprendi tanto sobre direito e cidadania que, só por isso, já teria valido a pena.


Mas, definitivamente o mundo do direito não me pertence. E isso eu posso falar. Além de ter convivido diariamente com o assunto e com pessoas da área, durante o curso inteiro meu único trabalho foi na assessoria de imprensa da Escola Superior da Magistratura de Pernambuco, a Esmape (onde até hoje trabalho). Fiquei quase quatro anos completamente afastada de jornalistas e da redação. Fiz alguns poucos amigos na faculdade porque na maior parte do tempo me sentia um peixe fora d´água. Coisa de afinidade mesmo.


Terminei a faculdade e me recusei a passar no exame da OAB. Não toquei num livro, não procurei saber se quer o período de inscrição e por duas vezes quase perdi o prazo (fiz no último dia). Na verdade eu simplesmente não queria passar com medo que isso me afastasse mais uma vez do jornalismo. Auto-boicote! Aff!!!


Trabalho das sete da manhã ao meio dia como assessora de imprensa da Esmape, trabalho nem sempre estimulante, especialmente por não conseguir conviver com as pessoas, mas isso é assunto para outro post. É lá também onde faço pós-graduação em direito civil e processo civil. Passo as aulas me perguntando que diabos estou fazendo ali. Fico olhando aquelas juízas tão novas e "poderosas", suas roupas da moda e seus acessórios carérrimos e penso que se tivesse sido um pouco mais inteligente nunca teria entrado nesse vício que é o jornalismo, não teria experimentado e, aos 22 anos, poderia ter me tornado juíza. Hoje, aos 31, poderia ter meu apartamento, meu carro de luxo, já conheceria a Europa e provavelmente já seria casada e mãe de um casal de filhos.


Não fiz isso. Entro muda e saio calada da sala de aula. Só abri a boca numa aula em que o professor de didática do ensino superior (por sinal a única cadeira que gostei até agora) obrigou a todos a se apresentarem e falar em que trabalhava. "Sou jornalista" foi a única coisa que consegui afirmar com certeza. O que eu pretendia com o curso, o que eu esperava da disciplina... Essas ficaram até hoje sem resposta. Na aula seguinte a única pessoa que fala comigo me disse: você é jornalista, não é? A pessoa com o perfil mais diferente da turma". Então, tive mesmo a certeza que aquilo ali não é o meu lugar.


Não casei (ainda), não conheço a Europa (ainda), (ainda) estou pagando meu carro - por sinal hoje paguei a 33ª parcela das 36 -, não comprei (ainda) meu apartamento, mas AMO o que faço, ADORO meu trabalho, faço com alegria mesmo não tendo um feriado de descanso, mesmo com os estresses do deadline, mesmo com os ataques de Eduardo*, mesmo com as 14 horas de trabalhos diárias para consegui ganhar o que ganha um servidor público de nível médio. Isso tudo é reflexo da escolha que fiz acertadamente há 13 anos.
Jornalista pobre, mas muito FELIZ.




* Eduardo é o Bandeira, editor e apresentador do Jornal da Clube, do qual também sou editora. Ele está de férias, mas já estou com saudades dele. "Brigamos" todos os dias, reclamo dele todos os dias, mas como ele mesmo antecipou "você vai sentir falta"...


** Tenho muito a agradecer a Ana Menezes, minha chefe desde estagiária e que me deu a oportunidade de voltar a atuar na área. Às vezes discordamos, mas a ela serei sempre leal e deixo aqui o registro do quanto admiro a pessoa que ela é. Aninha, muito obrigada!!!

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

O que mesmo eu ia escrever?

Eu definitivamente não sou uma pessoa normal. Tenho pensado em tantos, os mais variados assuntos para atualizar este blogue, desde "caixas eletrônicos" a "livros". Já cheguei ao ponto de acordar no meio da madrugada com uma frase pronta para iniciar o texto, já escrevi mentalmente e falei em voz alta enquanto dirigia... Mas, quando chego em frente ao computador... Tudo some! Vai embora a inspiração, esqueço até os temas. Será que sofro de alguma espécie de amnésia virtual? Óh my god!!!!!

sábado, 4 de novembro de 2006

Como é grande o meu amor por Adônis



Eu tenho tanto pra lhe falar,
mas com palavras não sei dizer,
Como é grande o meu amor por você
E não há nada pra comparar,
para poder te explicar,
Como é grande o meu amor por você
Nem mesmo o céu,
nem as estrelas,
nem mesmo o mar,
e o infinito,
Não é maior que o meu amor nem mais bonito
Me desespero a procurar,
alguma forma de lhe falar,
Como é grande o meu amor por você
Nunca se esqueça,
nem um segundo,
que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você
Ah, como é grande o meu amor por você!!!

terça-feira, 31 de outubro de 2006

A Primeira Vez

Eu não esqueci o 30 de outubro de 1988... Campeão do Mundo

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Democracia


Nos últimos meses li muita coisa sobre política. Sobre Lula, sobre Geraldo (afinal, não foi assim que preferiram os marqueteiros para torná-lo mais “popular”?). A decisão sobre em quem votar foi uma das mais difíceis que tomei na minha curta vida de eleitora. As duas opções me pareciam infelizes. Mas eram “AS” opções.

Confesso que em algum momento pensei em votar nulo ou em branco. Porém, fiquei com vergonha de minha covardia. Por pior que seja, a opção existe. E não acredito na máxima simplista de que são “todos farinhas do mesmo saco”. Isso seria o mesmo que dizer que jornalistas são sensacionalistas e que os advogados são todos ladrões.

Uma escolha desse nível envolve muito mais coisas do que simplesmente apertar umas teclas. Envolve crenças, idéias, preconceitos, desconhecimentos, educação, a orientação que recebemos durante toda nossa vida. Quem somos, afinal?

Não posso dizer que votei com orgulho no Lula. Mas, foi ele sim minha opção. Aprendi com meu pai a força das idéias, o valor e a importância de se acreditar em algo. E eu acredito no valor do povo! Tantas vezes, durante minha adolescência, me senti culpada por ter nascido “abastada”, questionava tanto, tantas coisas. Lembro das conversas que tinha com meu professor de história, o polonês Marek Erket. Foi ele também uma das pessoas com quem aprendi o perigo que as ditaduras representam para a sociedade, o valor que tem a liberdade e a necessidade de um estado democrático de direito.

Coloquei isso tudo na balança. Com a maturidade (?), percebi que me sentir culpada por ter nascido com privilégios num país como o Brasil é besteira. Mas, nunca aceitei a desigualdade de oportunidades. Quer dizer então que se você nasceu pobre numa favela do Rio de Janeiro se conforme em ser, no máximo, um traficante conhecido?! E se você sempre viveu na favela de Santo Amaro (uma das mais miseráveis e perigosas do Recife) conforme-se com sua situação de indigência? Então é assim? Eu aqui, do alto de minha elite e você aí, abaixo da linha da pobreza?

Não posso aceitar isso!!! Claro, não sou tão inocente pra achar que esse tipo de coisa vai mudar de um dia para o outro. Não! Sei que não é por aí. Sei também da quantidade de escândalos que envolveram o primeiro mandato do Presidente Lula. E quero que essas pessoas sejam devidamente punidas, inclusive o próprio Lula (se culpado).

Como também eu gostaria muito que os deputados que receberam “verba extra” para aprovar a reeleição de FHC fossem punidos, como gostaria que os que pagaram essa verba também fossem punidos. Também gostaria de saber se FHC sabia dessa movimentação, se o PSDB teve alguma coisa a ver com o pagamento dessa propina....?

Não é intenção levantar todos os problemas de todos os governos, tampouco justificar um erro com outro (maior?) ainda. Não é essa a questão. Graças a Deus e as nossas conquistas democráticas hoje a imprensa pode denunciar todos os desvios de comportamentos, hoje temos acesso à informação e podemos nos posicionar. Podemos – e devemos – cobrar da justiça respostas rápidas e transparentes. Podemos ir muito mais além do que simplesmente nos indignarmos.

Podemos, inclusive, começarmos por nós mesmos. Furamos fila? Pedimos um “favorzinho” para o conhecido que está mais a frente na fila do banco pagar nossa pilha de contas? Respeitamos as regras do trânsito? Levando nossa vantagem, o resto que “se dane”?? Essas respostas podem nos levar a um diagnóstico muito mais sério sobre nosso país e nossa sociedade.

Votei sim no Lula. Mas, muito mais do que votar na pessoa do Luis Inácio, votei nas idéias que essas forças políticas representam, ainda que muitos homens não as respeitem, ainda que muitos homens a deturpem e ao chegar lá, façam como muito de nós fazemos quando encontramos a oportunidade de tirar proveito de uma situação. Essas idéias me representam muito mais, do que as idéias do “Geraldo”. E foi assim que cheguei a uma conclusão. Cabe a mim e a todos que reelegeram Lula cobrar uma administração voltada para o que queremos, temos que cobrar as promessas feitas. Aos que votaram no Alckimin, sejam oposição! Cobrem, fiscalizem, denunciem!!! Sejamos pró-ativos!

As pessoas passam, mas a crença fica. Como me ensinou aquele polonês que veio menino para o Brasil com a mãe, fugindo do nazismo, acredito nos ideais da LIBERDADE, da FRATERNIDADE e da IGUALDADE. E viva ao governo do povo!!!



“Não acredito em uma única palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-la”.

Voltaire

Sonho

Sol forte queimando no rosto, corpo estirado na areia, apenas sentindo o calor e a brisa que vêm do mar. Um mergulho pra refrescar, uma pausa na correria pra contemplar o horizonte. Por fim, uma coca-cola beemmmm gelada. Férias, preciso urgentemente de FÉ-RI-AS!!!

domingo, 29 de outubro de 2006

RECADO

Amor, me orgulho de você todos os dias, dia após dia, dia após dia, dia após dia... SEMPRE!

sábado, 28 de outubro de 2006

Muito barulho por nada

Era uma vez um repórter muito, muito famoso. Corajoso, era tido como um dos melhores jornalistas do país. Certa vez, uma anônima estudante de jornalismo foi entrevistá-lo. E decepcionou-se com a figura. Ele falava, tentando parecer simples, mas nem conseguia disfarçar a arrogância. “Porque EU fiz isso, EU mostrei que era assim, EU peitei o coronel, EU, EU, EU, EU...” A menina teve vontade de dormir.

A partir desse dia, a tal estudante, muito encrenqueira por sinal, prestava atenção em tudo o que ele fazia. E descobriu...

... O texto era sempre o mesmo...

A área era repleta de cachorros sarnentos. Carrapatos, pulgas e sarnas ameaçavam a todos que se aproximassem. Os cachorros, por não agüentarem tanto sofrimento, tornaram-se perigosos. Chegar próximo a eles seria um risco muito grande. Placas ao longo de todo o caminho advertiam sobre o perigo. Mas nós não nos intimidamos. Quando chegamos mais próximo nos deparamos com um cachorro louco. Ele nos olhava como se perguntasse: o que estão fazendo aqui? O perigo era iminente, um passo em falso e o ataque poderia nos pegar de surpresa. O bicho se aproxima ameaçador. Paramos. Ele chega mais perto. Mas, por sorte nossa, um barulho vindo do Vale o faz correr....”

... Bastava trocar o cachorro por uma onça pintada, um tigre ou tubarão. A estória era sempre a mesma. Mais tarde, já jornalista, a menina teve certeza: era muito barulho por nada.
P.S - Qualquer semelhança com fatos, pessoas ou acontecimentos reais terá sido merá coincidência.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Por do Sol

Coisas ruins acontecem com qualquer pessoa. Essa semana tem sido particularmente longa pra mim. Acho que as muitas horas de trabalho diárias começam a fazer efeito na minha vida. Enxaqueca de enlouquecer, irritação a flor da pele. Mas, as coisas sempre podem piorar, já dizia o famoso Murphy. Ontem recebi, com tristeza, a morte de uma pessoa da família. Coisa altamente inesperada. Faz parte da vida, sem dúvida nenhuma. Duro mesmo é para os mais próximos.

Durante minha “tarde de folga” caminhei pelo cemitério. Pode parecer mórbido, mas faço isso para pensar na minha própria vida. Será que priorizo o que realmente é importante? Será que enfrentar certas pessoas e situações são necessárias? Pouco tempo pra mim, trabalho – na assessoria – desmotivador... Será que isso tudo é válido ou uma grande perda de tempo? Vale a pena se chatear, se irritar com atitudes erradas de outras pessoas? Não me parece mórbido ter a consciência de que caminhamos, todos nós, para o mesmo fim.
No meio da caminhada encontrei o túmulo de um dos passageiros do boing da Gol. Editei na tv, por isso sabia o nome. Fiz uma oração e me veio em mente a frase que ele sempre falava para a família: “junto somos mais fortes”. Fortaleza que certamente, um casal de velhinhos encontrava um no outro. Eles ficaram durante horas conversando sentados em frente a um túmulo. O sol já estava se pondo e fiquei de longe imaginando de quem seria aquele túmulo. De um filho, provavelmente. Alguém comentou comigo que aquilo parecia masoquismo. Não tive o mesmo sentimento. Acho apenas que aquele foi o jeito encontrado por eles para continuar tocando a vida, uma forma de consolo, de se sentirem mais próximos. Acho que juntos eles também são mais fortes.

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

...

Estou triste, chateada. Tantas coisas para mudar na minha vida, para melhorar e não sei por onde começar. Não sei mesmo, tanto que nem consigo me fazer entender e isso gera mau entendidos. Hoje eu queria uma tarde inteira no cinema, com direito a Legalmente Loira, Dirty Dancing, Uma Linda Mulher e, pra fechar, todas as versões de Brigite Jones. É isso ia ser bem legal.

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Definição.

"Somente as mulheres comuns choram. As bonitas vão fazer compras." - Oscar Wilde
Pena que hoje esteja sem dinheiro...

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

T.P.M


Faz uns dias que não escrevo. Os motivos são dois. O primeiro é falta de assunto, nada que mereça comentários públicos. O segundo é a falta de tempo mesmo. Mas, hoje estou aqui na Redação fazendo serão graças ao debate que a TV promove entre os candidatos ao governo do Estado. Gosto da agitação, mas em dias de TPM é um perigo aquele bando de gente encostado no meu carro, já me deu ânsia de gritar e gritar.
Voltei pra frente do computador. Melhor ficar quieta e esperar a hora do confronto. É que em dias normais eu já tenho pouca tolerância a dramas, daqueles que algumas pessoas costumam fazer para valorizar o seus - delas - próprios trabalhos. Mas em dias como hoje é pau, pau mesmo minha gente... É que é um troço que me faz mal mesmo, se mistura nas minhas entranhas, não passa. O segredo é apenas não prestar atenção. E olhe que eu tento, geralmente consigo, a menos quando estou diretamente ligada no trabalho.
Gosto de calma, de discrição. O trabalho, por si só, já é estressante. Não precisamos montar um circo, transformar tudo num inferno. Ou num palco de teatro. Alías, meu feeling apurado já conseguiu visualizar uma série de excelentes atores e atrizes. Esse povo tá é se perdendo e o pior: agravando os sintomas da minha TPM...

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Hoje eu amanheci com um puta sono. Sim, eu gosto de dormir. Mas, ultimamente ando realmente cansada. Ontem, ao voltar pra casa, pensei nas minhas 14 horas de trabalho diárias. Estava louca pra chegar em casa, rangar a comida deliciosa da minha mãe, sentar à mesa com meus pais e conversar sobre os assuntos do dia. Tão bom isso, mas tenho feito tão pouco.
Ontem tive uma saudade danada de minha residência. Liguei umas cinco vezes apenas para falar besteiras. Os velhos estranharam. Quando cheguei meu pai perguntou se estava tudo bem, se havia algum problema. Já minha mãe soltou um "tá ficando doida, é?" Talvez eu sempre tenha sido...
Até que dormir cedo para o meu padrão, as dez da noite já estava no sono pesado. Ainda assim, acordei às 06h com sono e me sinto cansada. Os olhos pesados e tenho a ligeira impressão que os neurônios não conectam.
Preciso de férias...

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Vôo 93

A-DO-RO cinema! Se eu pudesse assistiria tudo o que estivesse em cartaz. Mas o tempo e a grana são curtos, então me seguro. Desde o fim de semana que estava com a idéia de chamar Doni para assistirmos hoje "Vôo 93". Desisti. Graças ao meu envolvimento com a queda do boeing da Gol, não aguento mais ouvir falar em tragédias no ar.

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Começar de novo...

Comecei ontem mais um regime em minha vida. Depois que fiz uma avaliação física para a academia Associados quase entro em depressão. Sério mesmo, precisei segurar o choro. Eu NUNCA na minha vida estive tão gorda. Estou obesa mesmo. Isso é fato.
Há cerca de um ano e meio eu estava cerca de 15kg mais magra. Nem preciso dizer mais nada. Estou agora a procura de um médico, morrendo de medo é verdade, mas estou. Problema mesmo é que a OAB-Sáude está falida e não há mais nenhum médico com referências na maldita lista do convênio.
Agora a questão não é estar ou deixar de estar firme. A questão agora é de sobrevivência...

segunda-feira, 2 de outubro de 2006


Fiz minha obrigação de cidadã. Enfrentei 40 minutos de fila e votei nos cincos candidatos. É verdade que, como a maioria dos brasileiros, não levei muita no que fiz. Apesar disso, tenho a consciência tranquila que fiz o melhor que poderia. Usei como critério o princípio, as idéias defendidas pelos partidos, ainda que os homens deturpem tudo.

Não, eu não votei em Lula. Não posso ratificar tudo o que foi feito. O bolsa família é apenas uma piada eleitoreira. E nosso povo cai na pasmaceira. Também não votei em Mendonça Filho e em Jarbas Vasconcelos. Pelas mesmas óbvias razões: não concordo com o que foi feito em Pernambuco nos últimos 08 anos.

Tenho o compromisso agora de seguir os passos dos canditados a deputados em quem votei. Caso eles sejam eleitos, sorry my baby, mas vou pegar no pé. Nesse sentido a internet e o e-mail são aliados de qualquer eleitor. E pode se tornar o grande pesadelo dos políticos.

Fico contente que tenhamos segundo turno. É uma boa oportunidade para uma nova discursão, para um novo debate. Pra mim, mais trabalho e mais horas extras... :-)

sábado, 30 de setembro de 2006

Sob a Amazônia


Sempre adorei andar de avião, desde a minha primeira viagem há longos 20 anos. Ao contrário de minha irmã, que tem verdadeira fobia de voar. E foi por causa dela, que morava em Porto Velho, que sobrevoei a Amazônia. Meu único momento de medo foi quando o avião se preparava para pousar em Manaus. Olhava pela janela e só via mata, cortada por longos rios de água barrenta. Achava que ia parar no meio do mato. É sério, não se via nada além disso. Até que, no meio das árvores, se abriu uma clareia e vi a pista do aeroporto no momento em que tocamos no chão. Mas, pela janela, ainda continuava a ver árvores. Tinha onze anos, mas nunca esqueci a cena.

Tenho certeza que voar é mais seguro que andar de carro. Alías, minha fobia é pegar uma estrada. Se pudesse iria de Recife a Caruaru de avião. Exageros a parte, não consigo relaxar dentro de um carro. Avião é o meio de transporte mais seguro e pronto. Mas, desde que soube, ontem a noite, do desaparecimento do avião da Gol estou chateada. Impossível não pensar no desespero das pessoas que estavam dentro daquela aeronave. Pior ainda na angústia das famílias que até agora esperam por notícias. Notícias que todos sabem não serão nada boas. Isso não me sai da cabeça. Fui dormir de madrugada acompanhado as informações. Nessa hora, também funciona a danada da veia jornalística.

Lembrei tanto de minha amiga Maria Tereza, que depois de morar em Brasília, está hoje em Manaus. Já liguei e ela estava de plantão no hospital onde trabalha. Confesso que fiquei aliviada. Mas ela comentou sobre o medo que sentiu, depois de contar que várias vezes embarcou nesse vôo, o 1907, da Gol.

Ontei fechei os olhos no meio de uma sessão de cinema e rezei. Pedi a Deus que leve paz e conforto as famílias dessas pessoas. E nos livre de todos os males. Amém.

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Suicídio.


Estou arrasada! Depois de longos treze anos de carteira de motorista, esta semana me envolvi no primeiro atropelamento de minha vida. Tinha acabado de sair do trabalho, cansada depois de 14 horas no batente. Avenida Cruz Cabugá, uma das áreas mais perigosas do centro do Recife, sinal aberto para mim. Vejo a criatura parada, quietinha no meio da rua. Diminuo a velocidade e quando tinha certeza que podia passar tranqüila, o idiota corre em direção ao carro. Não tinha o que fazer! Fechei os olhos e só escutei o “blaum, brum, blaum” embaixo do carro. Tarde demais. Homicídio culposo? Que nada! Acho que o idiota do gato queria mesmo era se suicidar...

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Inauguração

Oi pessoas que não vão ler este blog!! :-)

Primeiro gostaria de informar que criar mais este espaço me deu um trabalhão do caramba! Até porque, pra chegar aqui, abandonei outros três projetos. Não me dei bem com a linguagem HTML (?). Não sei nem português e quero me meter por outros caminhos... Pense numa coisinha complicada! Enrolei-me foi toda... Mas, enfim, cá estou eu no meu blog de - aproximadamente - número... sete?!
É... na verdade, nunca simpatizei muito com meu último blog. Sei lá, mas ele não tinha minha cara, era um blog despersonalizado. Chato isso. Talvez, por esta razão nem tivesse inspiração para escrever. Sem contar que as configurações eram todas em inglês, o que me fazia perder a minha tão escassa paciência.
Então, cá estou eu. Essa aluada, que não reconhece pessoas no meio da rua, que cai e dar gargalhadas de si mesma, que adora cinema, chocolate e coca-cola, jornalista - editora de telejornal e assessora de imprensa - Bela. em direito - pós-graduanda em direito civil e processo civil. Alguém totalmente sem paciência, chata e que se irrita com trânsito, com falta de educação e com a velha mania de se querer levar vantagens em tudo (já começo a me irritar).
Apaixonada por um Adonis, o MEU Deus da beleza (piegas? quero nem saber, é meu mesmo!!!), futuro marido e eterno amigo. Louca pela família, diversão preferida: "brigar com a mãe". Pai = máximo dos máximos. Saudade, Ayrton Senna. Lembranças, Vera Cruz. Sonho, Ana Beatriz. Manteiga derretida, chora com blogs. Sonho de consumo, Europa. Caiu? Levanta. Amiga (s), Raissa & Maria Tereza. Cidade, Recife. Talvez, um concurso. Qualidade, nenhuma; defeitos, todos. Sonho é bom, mas a realidade é melhor ainda.
Como acho sempre o que escrevo uma porcaria, vou parando por aqui antes que desista e delete o post, o blog... Mas, antes um aviso aos navegantes, esse espaço destina-se a pura diversão, não o levem a sério e muito menos me levem tão a sério. :-)